Dia mundial da fotografia

A comemoração foi no dia 19 de agosto. Com o que se vê por aí, não sei se é motivo para comemoração ou preocupação. Mas não participei de nenhuma atividade (nem sei se tinha alguma em POA, mas não poderia ir mesmo). Pelo menos atividades físicas.

Uma atividade virtual foi imperdível. A palestra do Claudio Versiani do Picturapixel no Foto em Pauta com transmissão ao vivo pela internet. É aquele negócio que a gente começa a assistir e quando vê terminou. Duas horas que pareceram 15 minutos.

Acho muito legal esse contato com os fotógrafos. No caso de palestras (ou outro nome que se dê), como o tempo é maior, a linguagem falada é mais rápido que a escrita e pela interação entre as partes, ao término parece que a gente já conhecia o palestrante. Talvez pelos casos mais pitorescos contados durante a apresentação. Como disse, um evento bacana.

Outra coisa que eu gosto de ver, ou melhor, ler, são as entrevistas. Por exemplo, as entrevistas que o Alexandre Belém vem publicando no Olha, vê. Para quem não morrer de fome se for jogado no meio dos EEUU, um site que também é interessante (é claro que existem outros, mas não pretendo preencher o bookmark de ninguém) são as entrevistas feitas pelo Jörg Colberg no Conscientious. No mesmo assunto, não posso deixar de citar o too much chocolate que possui um tipo bastante interessante de entrevista, pelo menos para mim. Na Rotating Gallery’, o primeiro fotógrafo entrevistado escolhe e entrevista o segundo. O segundo fotógrafo entrevistado escolhe e entrevista o terceiro e assim sucessivamente. O resultado é algo bem diversificado e interessante. Pode ser até muito eclético para alguns (até para mim) mas muito legal. A corrente já foi interrompida, algumas fotos foram para o limbo (as fotos eram do flickr e o cara fechou a conta) mas nada que justifique desqualificar o projeto.

No mais, li uma entrada da Simonetta Persichetti do Tramafotografica. Achei legal que ela não quis falar de como a fotografia foi inventada, mas mostrar imagens que foram super importantes para ela. Fotografias que fizeram ela passasse a se interessar no assunto. Isso no final dos anos 70.

Pô, só conhecia três dos oito citados. Considerando que a minha formação não tem nada de fotografia ou de artes em geral, acho que está de bom tamanho. Mas acho que naquela época as coisas eram mais moderadas. Não havia a quantidade de informações que ficam disponíveis aos nossos olhos a cada segundo. E com essa quantidade de informações seria possível escolher/definir algum ‘mestre’?

Eu tenho limitado a quantidade de informações disponíveis. Assino alguns sites e espero que os autores coloquem alguma informação por lá. Quando acontece, o leitor me informa o que o Flak photo colocou por lá, o que o Miguel Garcia-Guzman colocou no [EV +/-] Exposure Compensation e outros (certamente todos os endereços citados anteriormente).

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Uma opinião sobre “Dia mundial da fotografia

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